Nathália


EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSIVA


SEMANA 1

Olha eu aqui novamente, rs, já falei isso na outra disciplina e volto a dizer nessa, mas vamos ao que nos interessa. Esse ultimo módulo nessa disciplina de EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSIVA inicia sob o comando da professora Kátia de Souza Amorim, da USP, onde objetivamos avançar sobre questões de ética e justiça, principalmente, para as pessoas com necessidades especiais. E tratando disso, resignificaremos práticas sociais e educacionais para estes indivíduos, de modo a aguçar a discussão sobre como atuar perante situações e reivindicações dos mesmos. Começo essa disciplina antes de mais nada com uma indagação... Será que não somos deficientes? Será que não sofremos de deficiência intelectual?

Vídeo-aula 3: Ética e valores na ação educativa

http://www.direitoaeducacao.org.br/
Seguindo com a professora Kátia de Souza Amorim, iniciamos, de fato, a primeira vídeo-aula. A princípio, trata-se da história escolar, e para tal, subdividimos esta em três grandes revoluções deste âmbito, com base nos trabalhos de Ulisses Araújo. Numa primeira instância, conhece-se a história escolar com objetivo de ensino individual ou de grupos bem diferenciados. Posteriormente, a educação passa a ser dever do Estado, de acesso restrito à população e a homogeneização de um grupo de alunos. Por fim, tratamos esta mesma educação, neste momento, com um apreço pela universalização, ou seja, permitindo acesso a todos.
Continuando com a aula, aborda-se a dificuldade do professor em quebrar certos paradigmas escolares em relação às pessoas com dificuldades ou deficiências especiais: como tanger a educação para estes sujeitos, ou seja, como deve agir um professor diante disso?
Discute-se, também, a necessidade de promover a empatia, a afetividade e a tolerância no recinto escolar, além da sensibilização dos outros envolvidos com a situação. Partindo destes princípios, nos parece mais simples definir os melhores métodos para educar e socializar este aluno com necessidades especiais.
Todavia, devemos nos precaver contra o que chamamos de: inclusão perversa. Esta faz com que o aluno com necessidades especiais esteja incluído na sala de aula, porém, afastado de uma socialização saudável e de um emprego digno de seus conhecimentos.

http://www.professorgranjeiro.com/artigos_da_semanaAlogicaPerversaPorTrazdosConcursosPublicos.php

Essa imagem embora não nos diga sobre a educação especial, nos mostra sobre a inclusão forçada, onde se cria uma ilusão da inclusão gerando provas iguais para pessoas com vivências diferentes. 

Vídeo-aula 4: Ética e saúde na escola


Nesta aula, administrada pela professora doutora Lucia Tinós, abordaremos definições sobre as necessidades especiais.
A terminologia “necessidade especial” (ou mais especificamente, “necessidade educativa especial”, “NEE”) surge pela primeira vez na década de 70 no Relatório Warnock, citando esta situação ocorrente quando um aluno apresente dificuldades educacionais significativas quando comparado a alunos de mesma faixa etária, ou quando possui dificuldades físicas, psíquicas, intelectuais, emocionais e/ou sociais.
Não obstante, a força e o uso deste termo pelo nosso país foi atingido na Conferência Mundial de Educação Especial, em Salamanca, Espanha, 1994.
Na nossa legislação tangente a educação especial, temos o Decreto 3.298 de 1999, que atribui à necessidade especial estas categorias: deficiência física, auditiva, visual, mental ou intelectual e múltipla. Posteriormente, ainda temos o surgimento da Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da educação inclusiva, de 2007, que aborda, além dos transtornos citados no Decreto de 1999, os transtornos psíquicos e de desenvolvimento, como esquizofrenia e autismo.
Portanto, cabe ao professor buscar um conhecimento maior sobre estes transtornos, déficits e termos, para que o tratamento deste aluno portador de necessidade especial seja alcançado de modo mais efetivo e assertivo.



SEMANA 2

Vídeo-aula 7: Crianças e jovens com necessidades especiais na escola – dialética da inclusão/exclusão.

essa charge permite perceber o ignorar do professor com a deficiência visual,
Prosseguimos com a professora Kátia Amorim. Segundo a mesma, a atuação do educador ou gestor perante o portador de necessidades educativas especiais possui uma trama de complexidades no processo desta inclusão, isto incluiria quatro grandes prismas: o ponto de vista dos familiares, dos professores, do gestor/coordenador e o ponto de vista do próprio aluno.
Para tanto, a vídeo-aula utiliza depoimentos de pessoas que se encaixam em cada uma das quatro perspectivas citadas anteriormente.
Carla Abussamra, mãe de um aluno portador de necessidade educativa especial, cita que ainda se nota que muitas escolas recusam a matrícula destas crianças, alegando despreparo do espaço físico e do recurso humano, e ainda assim, as escolas que aceitam este aluno, nem sempre possuem todo o amparo necessário para a educação, e o recinto acaba se tornando um local como outro qualquer e não um lugar para aprimorar conhecimentos e aprendizados.
Patrícia Moreira, professora da rede pública, cita que a inclusão de portadores de necessidades educativas especiais por vezes é tratada com desleixo e que o não-avanço ou o pouco avanço das capacidades do aluno é vista como um fato normal, haja visto sua deficiência. Ela ainda aborda o nosso despreparo cultural para lidar com estes indivíduos, não temos contato diário com os mesmos, e isto nos distancia de uma melhor convivência adaptativa.
Cláudia Yazlle, coordenadora escolar, discorre sobre a articulação entre diferentes pontos de vista sobre o portador de necessidades educativas especiais, sendo assim, a mesma diz que alguns professores relatam o medo e a ansiedade de trabalhar com situações assim, e para a família ainda restam as dúvidas sobre a qualidade do serviço prestado por uma escola regular.
A professora Kátia Amorim, ainda cita diversos casos de crianças com necessidades especiais, abordando a importância do cuidado com esse aluno e da homogeneização da sala enquanto grupo. Portanto, o educador deve ter em mente que a relação é uma troca, e que quanto mais se aglutinar o portador de necessidades especiais com o objetivo geral da escola, melhor será a evolução.

Vídeo-aula 8: Contradições de valores na escola: entrelaçados da história com a história da educação e da educação especial.

http://dossiedeinclusao-2009-kathiaseib.pbworks.com/w/page/18120068/Hist%C3%B3ria%20da%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Especial
Desde 1500, ou se preferir, desde nosso descobrimento, temos registros da educação como entidade. Portanto, também possuímos registros dos conflitos pelos quais a educação para portadores de necessidades especiais sofreram.
Em 1854 e 1857, respectivamente, temos a criação do Instituto Benjamim Constant e do Instituto Nacional do Surdo-Mudo, ambos no Rio de Janeiro, então capital do Brasil, mas que ainda sim tratavam de especificidades.
E a partir de 1961, começamos a nos preocupar com os direitos dos “excepcionais”, com a criação de uma lei própria para eles.
À nível internacional, temos a França como líder neste ponto, com a criação de institutos para crianças cegas e surdas, em meados de 1700, e com a posterior iniciativa de formação da escrita Braille.
Trazendo-nos para a metade do século passado, ainda precisávamos afastar o pré-julgamento de deficientes mentais, que eram (e ainda muitos são) tratados como idiotas e imbecis. O papel da escola neste tempo passa a ser estabelecer uma nova mentalidade de avaliação de conhecimento, inteligências são diferentes e devem ser tratadas como tal. Portanto o portador de necessidades educativas especiais possuem dificuldades, mas também possuem inteligências e capacidades em níveis que podem ser variáveis.
Somente a partir de 1970, o Estado brasileiro toma as rédeas da educação de portadores de necessidades especiais com a formação de organizações nacionais de diferentes grupos de excepcionais, que ajudaram na formação de legislações específicas.
Os paradigmas ainda existem, mas se tem um cuidado especial e um carinho por essa situação, o aluno portador de necessidades especiais deve estar dentro do programa escolar e este deve se adaptar à ele, e não o contrário.



SEMANA 3

Apresentada pela professora Lucia Tinós, a aula aborda a legislação como instrumento de inclusão, apresentando documentos nacionais e internacionais sobre o assunto, discutindo referências legais sobre o direito à educação para os alunos com necessidades educativas especiais trabalhando-se o aspecto do professorado.
A garantia de educação para os portadores de NEE embasa-se, internacionalmente, na Declaração Universal de Direitos Humanos (1944), na Conferência de Jomtien, Tailândia (1990) e na, já abordada, Declaração de Salamanca (1994), que detalha políticas e práticas em educação especial e inclusão.
No Brasil, a Constituição de 88 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional configuram-se como hasteadores da bandeira da inclusão. Pelo menos no que tange a universalidade do acesso à educação, quanto à matrícula, seguimos esse preceito.
Posteriormente, ainda teremos leis que não são exclusivas da educação, mas que atingem o direito à acessibilidade e facilidades, além da marginalização do preconceito, aos portadores de necessidades especiais.
Em 2002, o Brasil promulga uma lei que reconhece a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como meio oficial de comunicação e expressão. Já em 2007, temos a Política Nacional de Educação na Perspectiva da Educação Inclusiva Escolar, que apesar de não seu um documento legal, traz uma série de práticas favoráveis à inclusão do aluno portador de NEE no ensino regular.

Vídeo-aula 12: Como vem sendo organizada a educação especial no país?
Esta aula, administrada pela professora Ana Cláudia Lodi, abarca a estrutu
ração dos mecanismos de atendimento e serviços de educação para crianças e jovens com necessidades especiais.
No seu início, faz-se um apanhado geral da história da criação de institutos brasileiros para atendimento e educação de portadores de NEE, lembrando-se que estes possuíam características trazidas do formato europeu de educação.
Em via contrária do atendimento aos cegos e surdos, os deficientes mentais foram (e ainda são) ligados a asilos e manicômios e seu consequente isolamento da sociedade e uma educação, mínima, de sobrevivência em saúde.
A partir da década de 60, foi se instaurando a consciência sobre a importância de termos um atendimento efetivo para este público. Para isso, escolas especiais foram sendo criadas com o apoio de profissionais da saúde, atuando como equipe multidisciplinar junto à equipe pedagógica, onde as salas de aula deveriam ter poucas crianças agrupadas pela faixa etária ou pelo nível de dificuldade de aprendizado. Em geral, os programas eram extremamente detalhados, suscitando a curiosidade do aluno, de modo a acompanhar o seu desenvolvimento.
Assim como escolas especiais, também se criou o projeto de classes especiais, ou seja, uma classe especial dentro de uma escola regular, mas que possuíam um professor responsável pelo grupo de um determinado nível de deficiência, este tendo como grande tarefa a administração da diversidade.
Instituições especializadas, geralmente administradas por associações, possuem grande número de profissionais da saúde, e no que tange a educação, busca-se uma aproximação do ambiente com  uma sala normal de uma escola especial, todavia não se há certificação para este trabalho, e os alunos têm dificuldade de se inserir em uma escola regular posterior.
Sabendo disso, reforça-se a ideia de inclusão na educação por meio de ações políticas, culturais, sociais e pedagógicas, com o direito de união de alunos, sem discriminação, prezando a preferência por escolares regulares com organização e condições adequadas para o atendimento a esse aluno portador de NEE.


SEMANA 4

Vídeo-aula 15: Como anda a educação especial no Brasil?
Sob a tutela da professora Kátia Amorim, apontamos dados atuais do MEC sobre a educação especial e inclusiva no nosso país como forma de demarcar nossas evoluções e objetivos ainda não alcançados.
Observa-se o aumento de mais de 100% no número de matrículas de alunos com necessidades educativas especiais nas escolas regulares do Brasil no período de 1998 a 2001 (337 mil para 700 mil matrículas). Nota-se também, uma preferência ou necessidade, por escolas regulares e não por escolas especiais, visto que no país temos cerca de 2 milhões e 850 mil jovens e crianças com deficiências, nos revelando muito aquém de uma educação efetiva para este público.
Um estudo efetuado sobre os registros das escolas acerca de alunos portadores de NEE constatam que ainda é pouco oficial e informativo a quantidade e qualidade destes registros, ou seja, muitas escolas não possuem estes informes de forma adequada, com acesso precário, limitando o diagnóstico da situação destas crianças e a criação de novas práticas e políticas para os mesmos.
Outro fator que complica a análise é o fato de muitas crianças não possuírem um diagnóstico médico exato, ou seja, muitas delas chegam e permanecem nas escolas, simplesmente, como deficientes, e não como portadoras de um transtorno ou deficiência x ou y, o que compromete o planejamento de ações.
Observamos também uma predominância de crianças com déficits intelectuais, seguidas por deficiências físicas, visuais, auditivas e mentais. Quanto ao sexo, notamos 60% de crianças do sexo masculino em processos de inclusão contra 40% do sexo oposto. Isso denota uma fragilidade do sexo feminino ou o isolamento?
Podemos assimilar também uma descontinuidade nos estudos destes alunos, haja visto que 75% destes só ascendem até o ensino infantil e primeira etapa do fundamental, enquanto menos de 5% chegam ao ensino médio. Outrora vemos que o EJA fica com o papel de “finalizar” a educação destes portadores de NEE, mesmo que não seja capaz de certificar o aluno.

Vídeo-aula 16: Trajetórias escolares de deficientes e a EJA: a questão do fracasso escolar.

http://www.pedagogiaaopedaletra.com/posts/historico-da-eja-no-brasil/
Seguindo a linha da aula anterior, agora com a professora Lúcia Tinós, abordamos, através de duas pesquisas, o “fracasso” escolar para os alunos portadores de necessidades especiais que culminam na busca (sem escolha) pela educação de jovens e adultos.
Relembrande que, através da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é constituída como modalidade de ensino para propiciar educação para estes membros que não tiveram condições ou acesso para concluir o processo.
Geralmente, este aluno do EJA provém de camadas menos abastadas financeiramente, são negros ou idosos, trabalhadores rurais, alunos com NEE, etc.
No segundo estudo, a professora descreve o caso de uma aluna de 30 anos com certa deficiência física, porém com nenhum déficit cognitivo, o que a possibilitou concluir a alfabetização.
As grandes dificuldades destes alunos do EJA revelada pelas pesquisas apresentadas na aula são: na educação especial (não-certificação, discriminação e o fraco trabalho pedagógico) e na educação regular (pouca inclusão, discriminação e pouco trabalho pedagógico).
Para tanto, os alunos acabam numa situação afuniladora para o EJA que tem uma característica maior de aceitação e efetividade para estes “excluídos”.


SEMANA 5

Vídeo-aula 19: O todo pela parte.
Com a professora Ticiana Roriz, trabalhamos a ética e os valores na educação especial, buscando quebrar paradigmas e desestigmatizar os alunos portadores de necessidades educativas especiais.
Iniciamos com a história “Pedro & Tina” de Stephen Michael King, que ressalta a nossa capacidade humana de aprender com o outro.

http://www.stephenmichaelking.com/books.html

http://www.youtube.com/watch?v=7ewURDIhGds&feature=related
Definimos “estigma” uma situação de um indivíduo que não é aceito pelo outro. Goffman diz que as características depreciativas que observamos, geralmente, se sobrepõe à características apreciativas, ou seja, uma mulher deficiente física bonita, terá mais atenção por ser deficiente do que por ser bonita.
Devemos atentar para nossa construção mental que por muitas vezes é preconceituosa, ou até mesmo, caridosamente cuidadosa. Um atributo que estigmatiza não é honroso, é discriminador.
Possuímos dois tipos de estigmatizados: os desacreditados e os desacreditáveis. Os desacreditados são aqueles que têm características evidentes de distinção (cegos, deficientes físicos), já os desacreditáveis são aqueles que não possuem estigma evidente, pelo menos ao modo imediato (epiléticos, alguns deficientes mentais).
Devemos tomar cuidado com a generalização de deficiências, não devemos tratar cegos como surdos e/ou deficientes físicos como mentais, por exemplo, infantilizar a comunicação com um deficiente não-mental não produz eficácia. Assim como devemos saber nos portar com estes indivíduos, pois para elas somos modelos de como agir, educar e respeitar.

Vídeo-aula 20: A complexidade no estudo dos processos desenvolvimentais humanos.
Novamente com a professora Kátia Amorim, abordamos as dificuldades práticas do professor na relação com a criança com necessidades especiais.
Para uma melhor eficiência neste trabalho, devemos analisar não só a própria criança, mas também o desenvolvimento dos seus laços, das suas relações familiares, biológicos, culturais e sociais.

http://educainfantilsantamaria.blogspot.com.br/2012/06/lacos-familiares-podem-ser-fortalecidos.html

No âmbito familiar, como seria o papel da criança: presente ou ausente? Qual o seu grau de introspecção? Analisando todo esse contexto, as ações serão mais claras em sala de aula, o conhecimento da criança permite avançar territórios na educação da mesma.
É importante atentar para o desenvolvimento da criança sabendo que o fator cultural é majoritário para compreendermos futuras ações das mesmas. A professora discorre sobre a história das meninas-lobas; duas irmãs que foram criadas por uma matilha de lobos, e que, ao retiradas do convívio com os animais, apresentavam comportamentos semelhantes aos dos lobos. Isso infere uma característica de suprema importância: o papel do mediador. O mediador é o pessoal presente durante o desenvolvimento da criança ao longo de toda a vida, aquele pelo qual a criança desenvolverá apreço ou desapreço e, portanto buscará reproduzir ou não ações.


SEMANA 6


Vídeo-aula 23: A educação de pessoas com necessidades especiais é de fato ineficaz?
Temos vários exemplos, será que realmente não é possível?

http://www.futurekids.com.br/programas_especifica.asp?id=30

Desenvolvimento de pessoas com necessidades especiais – a questão da plasticidade neurológica em sua intrínseca relação com o papel do meio.
Vídeo-aula 24: Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas pedagógicas

Resgatar norteadores da formação docente, além de modelos de ensino. Evidenciar os conflitos que tais modelos implicam na educação de pessoas com as necessidades especiais, tanto pela necessidade de implementação e auxílio de novas lógicas e tecnologias (deficiências físicas e sensoriais) como de repensar metas centrais da escola (deficiências intelectais).


Semana 7


Vídeo-aula 27 : O professor não pode estar só: parcerias dentro da escola


Diagnóstico da situação e a parceria com a escola como um todo, incluindo-se aí as demais crianças da classe e escola, os familiares, a coordenação e direção, além dos demais funcionários.


Vídeo-aula 28: O professor não pode estar só. O espaço interdisciplinar e com a comunidade.
educacaoinclusiva
http://www.futurekids.com.br/programas_especifica.asp?id=30
Diagnóstico da situação, a intervenção e a parceria com a família, comunidade e profissionais da saúde.

Como vídeo de apoio, vimos o filme janela da alma.




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Nathália Valderrama